Lactose: intolerância ou alergia?

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A adição do leite de origem animal na dieta exerce um papel biológico importante, pois sua composição é repleta de nutrientes essenciais para um correto funcionamento do organismo como cálcio, proteínas e vitaminas que complementam a alimentação de crianças e adultos.

Pesquisas científicas apontam resultados satisfatórios no que diz respeito à lactação e ingestão de leite com origem animal, entretanto, existem algumas alterações fisiológicas que podem ser desencadeadas no organismo do indivíduo quando sensibilizado com derivados do leite, entre essas alterações estão a alergia à proteína do leite de vaca (APLV) e a intolerância à lactose (IL).

Alergia à proteína do leite

A alergia à proteína do leite é uma alteração gastrointestinal com reação inflamatória em que o sistema imunológico do indivíduo emite uma reação ao entrar em contato com proteínas como a betalactoglobulina, a caseína e a alfa-lactoalbumina, presentes no soro e no leite.

É a alergia alimentar mais comum na primeira infância e afeta cerca de 2 a 5% por cento dos lactentes. Essa condição costuma ser diagnosticada, principalmente, em crianças de até três anos e, atualmente, pesquisas na área da pediatria têm demonstrado um aumento de 20% em sua prevalência e no número de casos diagnosticados.

Os sintomas mais comuns são manifestações cutâneas, urticárias e dermatites, problemas gastrointestinais como constipação, vômitos, aparecimento de fissuras anais, entre outros.

Para um bom diagnóstico e correto tratamento que inicialmente se dá pela retirada do leite e derivados da dieta, deve-se fazer um acompanhamento com nutricionista e pediatra para a descoberta do alérgeno que está induzindo a resposta do sistema imune e estabelecer um bom plano de tratamento.

Intolerância à lactose

Já a intolerância à lactose possui um mecanismo fisiopatológico diferente e pode ser caracterizada, em três tipos, a intolerância congênita, primária e secundária – sendo a congênita, a mais encontrada em crianças.

Na IL congênita não é possível a absorção do carboidrato lactose devido a uma deficiência na produção da enzima β-galactosidase, mais conhecida como lactase – que é a enzima necessária para a degradação do carboidrato e sua completa absorção. A falta dessa enzima diminui o pH intestinal e pode ocasionar problemas gastrointestinais, impossibilitando o consumo de alimentos, na dieta, que contenham lactose.

intolerância primária ocorre porque há uma diminuição natural da enzima lactase com o decorrer dos anos e, por isso, não é muito comum em crianças, mas é bem recorrente em adultos e idosos. A intolerância secundária está diretamente relacionada a alterações sistêmicas e fisiológicas na mucosa presente no intestino do indivíduo. Pode ser comumente relacionada ao uso prolongado de antibióticos, em decorrência de alguma alteração sistêmica, gastroenterite, diarreia, ulcerações e doença de Crohn. Essa intolerância pode ser reversível nos casos em que a atividade enzimática da lactase é restabelecida pela resolução do problema gastrointestinal e as células da mucosa voltarem ao seu estado fisiológico normal.

Os sintomas mais comuns são as dores abdominais, desconfortos, diarreia, vômito, constipação, distensão do abdômen, flatulências, desidratação e, em casos mais graves, a desnutrição. Nesse caso o tratamento consiste em retirar da dieta o leite e derivados, ingestão de probióticos que ajudam na degradação do carboidrato, ingestão de lactase exógena com o objetivo de reduzir a sintomatologia causada pela intolerância.

Ao observar alguma dessas condições procure um nutricionista ou médico para que ele indique o melhor tratamento e como proceder em cada situação.

Lactase ApisNutri

A Lactase ApisNutri é um suplemento alimentar elaborado com 10.000 FCC da enzima Lactase exógena, garantindo a quebra da molécula, em partículas menores de galactose e glicose, que são absorvidas pelo organismo. Isso evita desconfortos como diarreias, distensão do abdômen, dor, náuseas, azia, entre outros sintomas que podem ocorrer após a ingestão de leite por indivíduos intolerantes a lactose.

Seu uso deve ser preferencialmente acompanhado por um médico ou nutricionista.

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